quarta-feira, 20 de abril de 2016

Entenda o SUS


O SUS

            A Constituição Federal de 1988 definiu, em seu artigo 196, que a saúde é direito de todos e dever do Estado. Para atingir este objetivo, foi criado o Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com as diretrizes de descentralização, atendimento integral e participação popular, respeitando os princípios de universalidade, integralidade e igualdade firmados na própria Constituição.

           O SUS representa uma conquista da sociedade brasileira porque promove a justiça social, com atendimento a todos os indivíduos. Além disso, é o maior sistema público de saúde do mundo, atendendo a cerca de 190 milhões de pessoas, sendo que 80% delas dependem exclusivamente do sistema para tratar da saúde.

            Ao longo desses 20 anos de existência, o SUS avançou historicamente com medidas como a descentralização e a municipalização de ações e serviços, o fortalecimento da atenção básica; a ampliação de ações de prevenção a doenças; o investimento em pesquisa e desenvolvimento científico-tecnológico de equipamentos e insumos estratégicos, como vacinas e medicamentos; o desenvolvimento de sistemas de informação e de gestão para monitorar resultados; a ampliação no número de trabalhadores em saúde, e a maior participação e controle social por meio da atuação efetiva dos Conselhos Municipais e Estaduais de Saúde.

           Em setembro de 2000, foi editada a Emenda Constitucional nº. 29, também conhecida como a Emenda da Saúde. O texto assegurou a co-participação da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios no financiamento das ações e serviços de saúde pública. A nova legislação estabeleceu, ainda, limites mínimos de aplicação em saúde para cada unidade federativa. Nos Estados, por exemplo, os investimentos em saúde devem ser de 12% da receita bruta corrente. Já os Municípios têm o índice de 12%.

            Porém, apesar dos avanços que o SUS representou ao país, o processo de financiamento está entre os principais problemas enfrentados desde a sua criação. A instabilidade dos parâmetros sobre gastos em saúde coloca em risco uma das maiores conquistas da sociedade brasileira, comprometendo a prestação de um serviço de qualidade e acessível a todos.

            Neste momento, todos os atores da saúde pública do Brasil trabalham em prol da aprovação de projeto de lei complementar já está em debate no Congresso Nacional. O novo texto definirá quais tipos de gastos são da área de saúde e quais não podem ser considerados gastos em saúde.

            O Conselho Nacional de Saúde (CNS), que tem como compromisso representar a sociedade brasileira na formulação, no acompanhamento e na fiscalização das políticas públicas de saúde, participa deste movimento e trabalha constantemente para que o SUS supere os desafios e continue garantindo o direito à saúde de todos os brasileiros.


terça-feira, 19 de abril de 2016

Gripe: perguntas e respostas


1. O que é gripe ou Influenza Sazonal?
A Influenza, também conhecida como Gripe, é uma infecção do sistema respiratório cuja principal complicação são as pneumonias, responsáveis por um grande número de internações hospitalares no país.
2. Qual o microrganismo envolvido?
É o vírus Influenza. Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa, apenas, infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. Os vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. Dentre os subtipos de vírus influenza A, os subtipos A(H1N1)pdm09 e A(H3N2) circulam atualmente em humanos. 
3. Quais os sintomas?
A Gripe, ou Influenza sazonal, inicia-se em geral com febre alta, seguida de dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça, coriza e tosse seca. A febre é o sintoma mais importante e dura em torno de três dias. Os sintomas respiratórios, como tosse, tornam-se mais evidentes com a progressão da doença e mantêm-se em geral de três a cinco dias após o desaparecimento da febre. Alguns casos apresentam complicações graves, como pneumonia, necessitando de internação hospitalar. Devido aos sintomas em comum, pode ser confundida com outras viroses respiratórias causadoras de resfriado. 
4. Como se transmite?
A Influenza pode ser transmitida de forma direta por meio das secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada ao espirrar, ao tossir ou ao falar, ou por meio indireto pelas mãos, que após contato com superfícies recentemente contaminadas por secreções respiratórias de um indivíduo infectado, podem carrear o vírus diretamente para a boca, nariz e olhos. Não há diferença de transmissão entre os tipos de influenza sazonal.
5. Por quanto tempo os vírus influenza podem permanecer em uma superfície? 
Sabemos que alguns vírus ou bactérias vivem por 2 a 8 horas em superfícies. Lavar as mãos com frequência ajuda a reduzir as chances de se contaminar a partir dessas superfícies.
6. Como tratar?
O tratamento dos sintomas da influenza sem complicações deve ser realizado com medicação sintomática, hidratação, antitérmico, alimentação leve e repouso. Nos casos com complicações graves, são necessárias medidas de suporte intensivo.
Atualmente, o medicamento antiviral fosfato de oseltamivir é indicado para o tratamento. Os medicamentos devem ser prescritos pelos profissionais médicos aos pacientes que apresentem condições e fatores de risco a complicações por influenza (gripe) e aos casos em que a doença já se agravou. Em caso de complicações, o tratamento será específico. É fundamental procurar atendimento nas unidades de saúde, para que haja identificação precoce de risco de agravamento da doença.
7. O que é resfriado?
O resfriado também é uma doença respiratória frequentemente confundida com a gripe, mas é causado por vírus diferentes. Os vírus mais comuns associados ao resfriado são os rinovírus, os vírus parainfluenza e o vírus sincicial respiratório (RSV), que geralmente acometem as crianças. Os sintomas do resfriado, apesar de parecidos com os da gripe, são mais brandos e duram menos tempo, entre dois e quatro dias.
Os sintomas incluem tosse, congestão nasal, coriza, dor no corpo e dor de garganta leve. A ocorrência de febre é menos comum e, quando presente, é em temperaturas baixas. As medidas preventivas utilizadas para evitar a gripe, como a etiqueta respiratória, também devem ser adotadas para prevenir os resfriados. Outra doença que também tem sintomas parecidos, e que pode ser confundida com a gripe, é a rinite alérgica. Os principais sintomas são espirros, coriza, congestão nasal e irritação na garganta. A rinite alérgica não é uma doença transmissível e sim crônica, provocada pelo contato com agentes alergênicos (substâncias que causam alergia), como poeira, pelos de animais, poluição, mofo e alguns alimentos.
8. Como se prevenir da Influenza?
Para redução do risco de adquirir ou transmitir doenças respiratórias, especialmente as de grande infectividade, como vírus Influenza, orienta-se que sejam adotadas medidas gerais de prevenção, chamadas de “etiqueta respiratória”, tais como:
- Frequente lavagem e higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento; 
- Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
- Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
- Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
- Manter os ambientes bem ventilados;
- Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de gripe;
Indivíduos que apresentem sintomas de gripe devem:
 - Evitar sair de casa em período de transmissão da doença (até 7 dias após o início dos sintomas);
 - Restringir ambiente de trabalho para evitar disseminação;
 - Evitar aglomerações e ambientes fechados, procurando manter os ambientes ventilados;
 - Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos;
* O serviço de saúde deve ser procurado imediatamente caso apresente algum desses sintomas: dificuldade para respirar, lábios com coloração azulada ou roxeada, dor ou pressão abdominal ou no peito, tontura ou vertigem, vomito persistente, convulsão.
 Cuidados em Creches:
- A aglomeração de crianças em creches facilita a transmissão de influenza entre crianças susceptíveis. A melhor maneira de proteger as crianças contra influenza sazonal e potenciais complicações graves é a vacinação anual contra influenza, que é recomendada a partir de 6 meses até 5 anos.
- Além da adoção das medidas gerais de prevenção e etiqueta respiratória, os cuidadores e crianças lotadas em creches devem realizar a higienização dos brinquedos com água e sabão quando estiverem sujos. Deve-se utilizar lenço descartável para limpeza das secreções nasais e orais das crianças. Lenços ou fralda de pano, caso sejam utilizados, devem ser trocados diariamente. Deve-se lavar as mãos após contato com secreções nasais e orais das crianças, principalmente, quando ela estiver com suspeita de síndrome gripal.
- Cuidadores devem observar se há crianças com tosse, febre e dor de garganta e informar aos pais quando apresentarem os sintomas de síndrome gripal. Devem, também, notificar a secretaria municipal de saúde, caso observem um aumento do número de crianças doentes com síndrome gripal ou com absenteísmo pela mesma causa na creche;
 - O contato da criança doente com as outras deve ser evitado. Recomenda-se que a criança doente fique em casa, a fim de evitar transmissão da doença.
- Recomenda-se que a criança doente permaneça em casa por pelo menos 24 horas após o desaparecimento, sem utilização de medicamento, da febre.
Cuidados com gestantes; puérperas e recém-nascidos
Influenza causa mais doenças graves em gestantes que em mulheres não grávidas. Mudanças no sistema imunológico, circulatório e pulmonar durante a gravidez faz com que as gestantes sejam mais propensas a complicações graves por influenza, assim como hospitalização, e óbito. As gestantes com influenza também tem maiores chances de complicações da gravidez, incluindo trabalho de parto e parto prematuros.
A vacinação contra influenza durante a gravidez protege a gestante, o feto e até o bebê recém-nascido até os 6 meses.
- As gestantes devem buscar o serviço de saúde, caso apresente sintomas de Síndrome Gripal;
 - Durante internação e trabalho de parto, se a mulher estiver com diagnóstico de Influenza, deve-se priorizar o isolamento;
- Se a mãe estiver doente, deve realizar medidas preventivas e de etiqueta respiratória, como a constante lavagem das mãos, principalmente para evitar transmissão para o recém-nascido;
 - A parturiente deve evitar tossir ou espirrar próximo ao bebê. O bebê pode ficar em isolamento com a mãe (evitando-se berçários).
9. Qual a vacina ofertada no SUS?
A vacina influenza ofertada no SUS é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e produzida no Brasil pelo Instituto Butatan em parceria com o laboratório privado Sanofi Pasteur. A vacina da campanha de 2016 é trivalente e protege contra os tipos de vírus A (H1N1), A(H3N2) e Influenza B, que são os de maior importância epidemiológica, de acordo com a própria OMS.
A vacina é ofertada, anualmente, durante a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza com o objetivo de reduzir as complicações e as internações decorrentes das infecções causadas pelos vírus, nos grupos prioritários para vacinação. 
10. Qual o público alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza?
O público alvo da vacinação contra influenza no SUS são crianças de seis meses até cinco anos, gestantes, puérperas, idosos, indígenas e pessoas com comorbidades, as quais têm mais risco de ter complicações graves em decorrência da influenza. Além disso, também fazem parte do público alvo profissionais da saúde, pessoas privadas de liberdade e profissionais do sistema prisional.   
11. Por que a campanha de vacinação é realizada anualmente e, geralmente, nos meses de abril maio?
A influenza ocorre durante todo o ano, mas é mais frequente no outono e no inverno, quando as temperaturas caem, principalmente no Sul e Sudeste do Brasil. A vacina é capaz de promover imunidade durante o período de maior circulação dos vírus influenza reduzindo o agravamento da doença. No geral, a detecção de anticorpos protetores se dá entre 2 a 3 semanas após a vacinação e, em média, confere proteção de 6 a 12 meses, sendo que o pico máximo de anticorpos ocorre após 4 a 6 semanas da vacinação. Por esse motivo, a vacinação é anual e busca proteger a população alvo da campanha contra as cepas que mais circularam no hemisfério sul, no ano anterior.
Fonte: Blog da Saúde/Ministério da Saúde

segunda-feira, 21 de março de 2016

Nota de Esclarecimento:Barco da Saúde



A Secretaria Municipal de Saúde esclarece através da presente nota, que reconhece a preocupação de alguns internautas que veicularam nos últimos dias pelas redes sociais imagens da Unidade Móvel Fluvial de Saúde (Barco da Saúde), que encontra-se ancorada no cais da cidade sem o aproveitamento devido. 

Todavia, e é direito do povo também saber de alguns percalços que envolvem a verdadeira versão dos fatos enfrentados pela atual gestão, que mesmo disposta a resolver com celeridade a resolução de diversos problemas, esbarra em burocracias jurídicas herdados por um grupo político, que como os mirienses são sabedores, submeteu o município à perigosas rachaduras no curso democrático e republicano, especialmente no gerenciamento de alguns bens públicos municipais. 

Assim, fazemos saber:

 1 - Ao assumirmos a gestão da Secretaria Municipal de Saúde de Igarapé-Miri, como de praxe, foi realizado o levantamento dos bens públicos, constatando-se diversos problemas entre o que apontava os inventários patrimoniais e o que foi de fato recebido pela nova gestão empossada no dia 11/06/2015, após a realização de Eleição Suplementar; 

2 - No que tange a Unidade Móvel Fluvial de Saúde (Barco da Saúde), verificamos que foi construída através do convênio com o Ministério da Saúde nº 1.198/2002, e durante a gestão do Prefeito Roberto Pina (2009-2012), passou por reformas e adaptações afim de incluí-la na estratégia Saúde da Família. Durante esse período, diversas ações foram realizadas pela Secretaria  de Saúde cotidianamente, atendendo dezenas de comunidades ribeirinhas do município de Igarapé-Miri, como é de conhecimento público. 

3 - No final de 2012, por intermédio da transição de governo entre a gestão Roberto Pina e Aílson Amaral, a referida Unidade Móvel Fluvial foi entregue EM PLENO ESTADO DE FUNCIONAMENTO E COM TODOS OS EQUIPAMENTOS A ELA PERTENCENTES, A SABER: MOTOR, EIXO, TELESCÓPIO, INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E HIDRÁULICAS, MOBÍLIA E EQUIPAMENTOS DE NAVEGAÇÃO, conforme constam as fotos abaixo anexadas.

4 - Ao retomar a gestão após as Eleições Suplementares ocorridas em Junho/2015, a referida Unidade "Barco da Saúde" foi encontrada ancorada no Trapiche Municipal do Distrito de Vila Maiauatá, constatando-se PONTUAIS SAQUEAMENTOS, A SABER: DIVERSAS MOBÍLIAS (cadeiras, colchonetes, coletes salva-vidas, fechaduras, utensílios domésticos, etc.), EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS E ELÉTRICOS (mangueiras, lâmpadas, etc.), AUSÊNCIA DE MOTOR, EIXO E TELESCÓPIO, ALÉM DE PERFURAÇÕES NA ESTRUTURA DO CASCO, CAMAROTES E SALA DE COMANDO, conforme também demonstram fotos abaixo anexadas e boletim de ocorrência registrado perante autoridade policial. 

5 - A Secretaria Municipal de Saúde após o levantamento dos dados solicitou junto a Assessoria Jurídica do Município abertura de procedimentos necessários afim de responsabilizar todos os envolvidos pela destruição, deterioração e extravio de patrimônio público. 

6 - Entendemos a urgência e a necessidade de retomar o funcionamento da Unidade Barco da Saúde para a melhoria da qualidade de vida, bem como otimização dos serviços de saúde especialmente nas comunidades ribeirinhas por ela atendida, entretanto, como regem as normativas para procedimentos no gerenciamento de recursos públicos, torna-se extremamente indispensável que os fatos constatados, e acima explanados, tenham a devida cobertura jurídica a fim de que os responsáveis sejam autuados tão como futuros investimentos orçamentários para a Unidade sejam devidamente justificados.

7 - A atual gestão da Secretaria de Saúde, se esforça para que todos os procedimentos burocráticos sejam abreviados e tão logo concluídos, a Unidade Móvel Fluvial de Saúde (Barco da Saúde) esteja atendendo nossa população, como já foi observado em épocas anteriores. 

8 - Colocamo-nos a disposição para outros esclarecimentos pertinentes.

Secretaria Municipal de Saúde
Igarapé-Miri, 21 de Março de 2016

Foto do Barco da Saúde em pleno funcionamento em Ação de Saúde no final do ano de 2012

FOTOS REALIZADAS APÓS A POSSE DA NOVA GESTÃO (JUNHO DE 2015)

Porão do Barco, sem motor e com casco cheio d'agua

Camarote do Barco sem móveis, colchonetes

Última Pintura do Barco 

Barco Ancorado no Trapiche Municipal do Distrito da Vila Maiauatá

Equipamentos deteriorados 

Fechaduras de camarotes extraviadas

Camarotes Deteriorados

Móveis de camarotes extraviados





Cópia do Boletim de Ocorrência Policial feita pela nova gestão após levantamento de dados

Cópia do Boletim de Ocorrência Policial feita pela nova gestão após levantamento de dados

segunda-feira, 14 de março de 2016

ACADEMIA DA SAÚDE: UMA PRÁTICA DE VIDA SAUDÁVEL

Ter uma vida saudável, para muitas pessoas, significa apenas estar livre de doenças. No entanto, o conceito de saúde mais amplo abrange uma série de fatores e condições, como peso ideal, e disposição, por exemplo. Nesse sentido, uma boa alimentação e a prática de exercícios físicos são os principais aliados, deixando qualquer pessoa mais saudável. Com esse conceito, a Academia da Saúde desenvolve diariamente atividades gratuitas para a população, como Aeróbica, educação em saúde, presença da nutricionista, fisioterapeuta, assistente social e psicóloga. A educadora física conta que os usuários dão depoimentos de como a vida deles mudou depois das atividades. “Melhorou os problemas de coluna, problemas articulares, a autoestima deles, além da melhora nos hipertensos e diabéticos”. A equipe médica que acompanha os usuários já percebeu a diminuição na quantidade de remédios distribuídos por conta das atividades.
Funcionamento: de Segunda a Sexta-feira, das 6:30 as 7:30, e de 16:00h as 18:00h.
Participe!




CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL: UM INVESTIMENTO NECESSÁRIO


Capacitação do Programa Telessaúde
Através da Gerência de Atenção Básica, a Secretaria de Saúde realiza capacitações dos trabalhadores de saúde em diversas esferas. Trata-se de um compromisso assumido pela atual gestão “a fim de garantir uma política permanente de qualificação profissional para melhor atender nossos usuários”, afirma Cláudia Pureza, responsável pela Gerência de Atenção Básica do Município.

Capacitação com Agentes de Saúde PAC's PSF Vila Maiauatá
Capacitação sobre o Plano Nacional de Enfrentamento as Microcefalias e Zika Vírus

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA RETOMA ATIVIDADES NO CALENDÁRIO 2016

O Programa Saúde na Escola em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, esteve realizando no dia 23/02, a primeira ação do programa/calendário escolar 2016, na Escola Municipal Altar Lemos Carneiro. Na oportunidade foram desenvolvidas atividades educacionais, pedagógicas, acompanhamento de saúde bucal nas crianças, práticas e hábitos saudáveis e palestras sobre violência e drogas.





DOENÇA DE CHAGAS É FOCO DE AÇÃO DE SAÚDE NA COMUNIDADE DO RIO SANTO ANTÔNIO

A Secretaria Municipal de Saúde esteve realizando no dia 27/02, na comunidade Santo Antônio uma grande ação de saúde com objetivo de orientar e diagnosticar problemáticas por intermédio da Doença de Chagas, causadas pelo Barbeiro, inseto que transmite a Doença.
A comunidade teve um caso registrado da doença nos últimos meses, e portanto recebeu orientações, e mais de 200 exames para o diagnóstico da doença.
Uma das formas de prevenção da doença de Chagas é evitar que o inseto “barbeiro” forme colônias dentro das residências. Em áreas onde os insetos possam entrar nas casas voando pelas aberturas ou frestas, pode-se usar mosquiteiros ou telas metálicas.
Recomenda-se usar medidas de proteção individual (repelentes, roupas de mangas longas, etc) durante a realização de atividades noturnas (caçadas, pesca ou pernoite) em áreas de mata. Para a prevenção da transmissão oral é importante seguir todas as recomendações de boas práticas de higiene e manipulação de alimentos, em especial aqueles consumidos in natura.